domingo, 24 de agosto de 2014

7º capítulo

Quando cheguei a casa decidi fazer uma pesquisa no meu computador. Quando abri o Google, digitei aquela palavra.
Vampiro.
Quando os resultados surgiram apareceram imensas coisas - tudo, desde filmes e series de televisão a jogos de dramatização, música da pesada e empresas que produziam e fabricavam cosméticos góticos.
Quando a pagina abriu, fui saudada por 2 citações na pagina inicial: Em todo vasto mundo sombrio dos fantasmas e dos demónios, nao existe figura tão terrível, figura tão temida e abomina, mas, ao mesmo tempo, paramentada de um tal fascínio temeroso como o vampiro, que nao é fantasma, nem demónio, mas que, todavia, compartilha das índoles tenebrosas e possui os misteriosos e terríveis atributos de ambos. - Rev. Montague Summers.
Se existe, neste mundo, um relato devidamente fundamentado, é aquele que se refere à existência dos vampiros. Nada lhes falta: relatórios oficiais, atestados de pessoas de renome, cirurgiões, sacerdotes, magistrados; a comprovação judicial está quase concluída. E, com tudo isso, quem é que acredita em vampiros? - Rousseau.
Apenas 3 entradas é que me chamaram muito à atenção: o romeno Varacolaci, um poderoso morto-vivi que conseguia aparecer como um belo humano de pele clara; o eslovaco Nelapsi, uma criatura tão forte e veloz que podia chacinar uma aldeia inteira numa única hora, logo após a meia noite; e um outro, o Stregoni benefici.
Apenas havia uma breve frase sobre este ultimo.
Stregoni Benefici: um vampiro italiano que está do lado do bem e é um inimigo mortal de todos os vampiros malévolos.
Foi um alivio aquela entrada, o único mito entre centenas que defendia a existência de vampiros bons.
Velocidade, força, beleza, pele clara, olhos que mudam de cor, e por fim os critérios do Bruno: bebedores de sangue, inimigos do lobisomem, de pele fria e imortais. Havia muito poucos mitos que correspondiam a um so sector que fosse.
Obriguei-me a concentrar-me nas 2 perguntas fundamentais que exigiam uma resposta, mas fi-lo com relutância.
Em 1° lugar, tinha de saber se era possível que aquilo que o Bruno me tinha dito a respeito dos Fernandes fosse verdade.
Imediatamente, a minha mente replicou com uma retumbante resposta negativa. Era uma tolice e uma morbidez albergar ideias de tal modo ridículas. Mas, entao, qual era a explicação?
Ele parecia adivinhar os pensamentos de todos os que o rodeavam... excepto eu. Disse-me que era o vilão, que era perigoso.
Seria possível que os Fernandes e os Costa fossem vampiros?
Bem, algo eles haviam de ser. Quer estivesse relacionado com os frios que o Bruno me tinha contado ou com a minha própria teoria do super-herói, o Rafael Fernandes nao era... humano. Era algo mais.
O que eu iria fazer se fosse verdade? - essa era a questão mais importante de todas.
Se o Rafael fosse mesmo um vampiro - mal conseguia eu sequer pronunciar mentalmente as palavras -, o que deveria fazer eu?
Implicar outra pessoa estava fora de questão, certamente iria mandar-me internar.
No outro dia, quando cheguei à escola estava ansiosa nao para vê-lo so a ele mas sim a todos os Fernandes. Nenhum deles estava na cantina, quando chegou a aula de Biologia senti uma nova onda de decepção ao verificar que ele nao estava. O resto do meu dia passou lento e triste.
Decidi ir lá para fora, para o pátio quadrado do meu pai, dobrei a colcha a meio, estendi-a e deitei-me nela, acabando por adormecer.
Passado algum tempo perdi a noção do tempo e quando reparei ja o meu pai estava a chegar a casa.
-Desculpa pai, o jantar ainda irá demorar um bocadinho, adormeci lá fora - disse, reprimindo um bocejo
-Nao te preocupes com isso filha, de qualquer forma queria ver qual era o resultado do jogo. - afirmou ele
No dia seguinte, a Jess conduzia mais depressa do que o meu pai (o chefe da polícia) e, devido a isso, chegamos a Coimbra por voltas das 16h. Tínhamos ido lá para irmos comprar os vestidos da Jéssica e da Angela para o baile.
-Nunca foste sequer com um namorado ou algo do género? - perguntou-me a Jéssica num tom de duvida quando entramos pela porta da frente da loja
-A serio - tentei convence-la
Nunca tive um namorado nem nada parecido. Raramente eu saía. - disse-lhe
-Porque nao? - perguntou-me ela
-Ninguém me convidava.
Ela parecia céptica.
-Aqui ha quem te convide para sair - relembrou-me a Jéssica - e tu recusas.
A variedade de vestidos daquela loja nao era muito grande, mas cada uma encontrou qualquer coisa para experimentar. Eu sentei-me numa cadeira baixa no interior do gabinete de prova, junto do espelho de 3 faces.
A Jéssica estava dividida por 2 vestidos: um comprido, sem alças, com o preto como cor de base e um outro azul-eléctrico com alças fininhas, cujo o comprimento se ficava pelos joelhos. Eu incentivei-a a optar pelo azul; porque nao jogar com a cor dos olhos? A Angela escolheu um vestido cor-de-rosa pálido que caía lindamente na sua estatura elevada e conferia cambiantes cor de mel aos seus cabelos castanho-claros. Elogiei-as generosamente e ajudei-as a restituir os artigos rejeitados às respectivas prateleiras.
Dirigimo-nos depois para a secção de sapatos e acessórios. Eu apenas me limitava a dar a minha opinião.
-Angela? - disse eu
-Sim? - respondeu ela enquanto esticava a perna, torcendo o tornozelo, de modo a poder ter um melhor angulo de visão do sapato
-Gosto desses.
-Entao acho que os irei comprar, apesar de nao condizerem com mais nada para além daquele único vestido - reflectiu ela
-Oh, compra-os, eles estão em saldo - incentivei-a
-Hm, Angela...
Ela ergueu o olhar com curiosidade.
-É normal que os... Fernandes estejam muitas vezes ausentes da escola? - eu mantive os meus olhos nos seus sapatos
-Sim, é normal. Quando o tempo está agradável, eles partem muitas vezes em viagem, com a mochila às costas... ate o medico. São todos grandes adeptos do ar livre. - revelou-me ela com grande tranquilidade, examinando também os seus sapatos
Ela nao fez uma única pergunta, ao contrario do que poderia acontecer com a Jéssica, que teria feito centenas delas. Eu estava a começar a gostar realmente da Angela.
Nós íamos jantar a um pequeno restaurante italiano e entao disse-lhes que iria encontrar-me com elas ao restaurante dentro de 1h. Eu queria encontrar uma livraria.
Eu vagueei pelas ruas calmamente. Um grupo de 4 homens, vestidos de uma uma forma demasiado descontraída, mas bastante sujos, contornou a esquina para a qual eu me dirigia. Quando se aproximaram de mim, apercebi-me de que nao eram muito mais velhos que eu. Eu afastei-me o máximo que pude para o lado interior do passeio de modo a dar-lhes espaço, caminhando rapidamente.
Um deles consegui chegar perto de mim e segurou-me com força.
-Afaste-se de mim - avisei-o num tom se voz firme e destemido
-Nao sejas assim, meu docinho! - exclamou ele
Foi entao aí que surgiram luzes de faróis na esquina e o carro quase atingiu o homem, obrigando-o a recuar.
-Entra - ordenou-me uma voz furiosa
Mal eu entrei no carro, estava bastante escuro - nenhuma luz se acendeu quando eu abri a porta.
-Coloca o cinto de segurança - ordenou-me ele
-Estas zangado comigo? - perguntei-lhe, espantada com a forma como a minha voz estava enrouquecida
-Nao. - disse ele secamente, nas com um tom de voz que transmitia fúria
Fiquei calada, enquanto percorríamos km e km. Pelo que parecia, ja nao estávamos na cidade.
-Adriana? - interrogou-me ele, com a sua voz tensa e controlada
-Sim? - respondi-lhe, mas com a voz ainda um pouco rouca
-Estas bem?
-Sim, estou. - respondi-lhe
-Distrai-me, pff - ordenou ele
-Hm, amanha vou atropelar o Tyler.
-Porquê? - perguntou-me ele, perplexo
-Porque anda a dizer a toda a gente da escola que me vai acompanhar ao baile. - disse eu
-Também ouvi falar nisso. - ele parecia um pouco mais calmo a falar
Ignorei, pois nao queria falar muito mais nesse assunto.
-A Jéssica e a Angela devem estar preocupadas. - murmurei
Ele ligou o motor e em questão de segundos estávamos mesmo em frente ao restaurante 'La Bella Itália'.
Ouvi a porta a abrir-se e virei-me, vendo-o a sair.
-O que é que estas a fazer? - perguntei-lhe
-Vou levar-te a jantar.
-Jess! Angela! - grifei para que elas me ouvissem
Elas ouviram-me e vieram ter comigo.
-Onde estiveste? - perguntou-me a Jéssica, com um tom de voz que transmitia um pouco de desconfiança
-Perdi-me. E depois acabei por me encontrar com o Rafael, por acaso.
Fiz um gesto na direcção dele.
-Nao se importam que vos faça companhia? - perguntou com a sua voz suave e irresistível
-Ah... claro que nao - afirmou suavemente a Jéssica
-Hm, na verdade, Adriana, nós ja jantamos enquanto estávamos à tua espera; desculpa - confessou-me a Angela
-Tudo bem, eu nao tenho fome - disse, encolhendo os ombros
-Acho que devias comer alguma coisa - o Rafael falava com um tom de voz baixa, mas com alguma autoridade. Ele olhou para a Jéssica de seguida - Importas-te que eu leve a Adriana a casa esta noite? Dessa forma nao terão de esperar enquanto ela come.
-Hm, penso que nao haja problema... - disse a Jéssica
-Está bem! - disse a Angela - Ate amanha, Adriana... Rafael.
De seguida, a Angela pegou na mão da Jéssica e entraram no carro. Antes de entrar, a Jéssica voltou-se e acenou-me. Eu retribui-lhe o aceno, à espera que elas se afastassem antes de me virar de frente para ele.
-A serio, eu nao tenho fome - insisti
-Faz-me a vontade - disse ele
O restaurante nao estava cheio, mas parecia agradável. Quem recebia os clientes era uma melhor e eu percebi o seu olhar enquanto ela examinava o Rafael. Ela recebeu-o de uma forma mais calorosa do que o normal.
-Tem uma mesa para 2?
A voz dele era sedutora, quer fosse essa a sua intenção ou nao.
-O que lhe parece aquela mesa? - perguntou a empregada
-Perfeito
Fomos sentar-mo-nos na mesa.
-Olá. Chamo-me Amber e serei a sua empregada de mesa. O que deseja beber?
O Rafael olhou para mim.
-Eu quero uma Coca-Cola. - disse eu
-São 2 Coca-Colas. - disse ele
-Vou busca-las.
Os olhos dele permaneceram ficados em mim.
-O que foi? - perguntei
-Como te sentes?
-Estou óptima.
-Nao te sentes tonta, enjoada, com frio...?
-Deveria sentir-me?
-Ainda estou à espera que entres em choque Adriana. - de seguida ele soltou um riso abafado
-Acho que isso nao ira acontecer. Sempre fui boa a reprimir coisas desagradáveis.
-Mesmo assim, ficarei mais descansado quando ingerires algum açúcar e comida.
Nesse momento, a empregada voltou à nossa mesa.
-Está pronto para pedir? - perguntou ela ao Rafael
-Adriana?
A empregada virou-se de má vontade para mim e ri escolhi o 1º prato que estava na ementa.
-Hm... vou quer um strogonoff de cogumelos.
-E o senhor? - perguntou ela, votando-se de novo para o Rafael com um grande sorriso
-Eu nao vou querer nada.
Claro que nao queria, isso era obvio.
-Se mudar de ideias, avise-me. - disse ela
De seguida, a empregada foi-se embora.
-Bebe - ordenou-me ele
-Obrigada. - agradeci
Arrepiei-me com a sensação de frio que derivava do refrigerante gelado.
-Tens frio?
-É so da Coca-Cola. - expliquei-lhe, sentido outro arrepio
-Nao tens nenhum casaco?
Antes de lhe responder, olhei para o banco ao meu lado e reparei de que o meu casaco nao se encontrava lá.
-Oh! Esqueci-me dele no carro da Jéssica. - contestei
Nesse momento, o Rafael esta a despir o seu casaco. Ele deu-me o seu casaco para vestir.
-Obrigada! - exclamei-lhe, com os braços a deslizarem pelas mangas do seu casaco
Estava frio. O seu casaco exalava um odor fantástico. As mangas eram demasiado compridas; arregacei-as de modo a poder libertar as minhas mãos.
-Essa cor azul condiz maravilhosamente com a tua cor pele. - afirmou ele, observando-o
Fiquei surpreendida e baixei o meu olhar, envergonhada e corada como é evidente. Ele de seguida empurrou o cesto do pão na minha direcção.
-A serio, nao vou entrar em estado de choque Rafael. - protestei
-Mas devias; era o que aconteceria a uma pessoa 'normal'. Mas tu nem sequer abalada pareces.
-Eu sinto-me protegida na tua companhia.
A minha ultima afirmação pareceu desagradar-lhe.
-Bem, parece que isto ira ser mais difícil e complicado do que eu imaginara. - murmurou ele para consigo mesmo
Eu fiquei calada por uns momentos, perguntando-me quando é que seria o momento indicado para o começar a interrogar. Em vez disso, limitei-me apenas a lançar-lhe uma afirmação sobre a cor dos seus olhos.
-Normalmente, estas sempre mais bem-disposto quando os teus olhos estão assim, claros.
Ele fitou-me, estupefacto.
-O quê?
-Estas sempre mais rabugento quando os teus olhos estão negros; nesse momento, ja sei o que esperar. - prossegui - Alias, tenho uma teoria a esse respeito.
Os seus olhos semicerraram-se.
-Mais teorias?
-Sim.
Eu estava a mastigar um pedaço de pão, tentando parecer indiferente.
-Gostaria que, desta vez, fosses um pouco mais criativa Adriana... ou contíguas a inspirar-te em livros de banda desenhada?
-Nao, nao me baseei num livro de banda desenhada, mas também nao a elaborei sozinha. - confessei-lhe
Ele esperou que eu disse-se algo, mas, nesse exacto momento, a pregada voltou com o meu prato.
-Mudou de ideias? - perguntou ela ao Rafael - Tem a certeza de que nao quer que lhe traga nada?
Eu podia imaginar o duplo significado das suas palavras.
-Nao, obrigado. Mas convinha que trouxesse mais Coca-Cola.
-Com certeza.
Ela retirou os copos vazios e afastou-se.
-O que estavas a dizer?
-Digo-te no carro. Se... - detive-me
-Ha condições?
-Tenho, de facto, algumas questões a colocar-te, como deves calcular.
-Claro.
-Porquê estas em Coimbra Rafael? - nesse momento ele deixou-me tocar na sua pele, fria e dura como uma pedra - obrigada
-Segui-te ate aqui, até Coimbra. - confessou ele - Nunca tentei manter viva uma pessoa em especial, e é muito mais problemático do que eu alguma vez pensei, mas deve ser por essa pessoa seres tu. As pessoas consideradas normais parecem conseguir chegar ao fim do dia sem tantas catástrofes.
Ele deteve-se. Perguntei-me a mim mesma se deveria ficar incomodada com o facto de ele andar a seguir-me; mas em vez disso, fui invadida por uma estranha sensação de prazer.
-Ja te ocorreu a ideia de que talvez tivesse chegado a minha vez naquela 1ª ocasião, com a carrinha, e tu tens estado a interferir com o destino?
-Nao foi essa a 1ª vez Adriana. - disse ele - A tua vez chegou quando te conheci. Lembras-te? - perguntou-me ele, com o seu semblante solene de anjo
-Sim, lembro-me. - eu estava calma
-E, no entanto, aqui estas tu sentada.
-Sim, aqui estou eu sentada... por tua causa - detive-me - Porque, de alguma forma, tu sabias como me encontrar hoje... - incentivei-o a explicar
-Okay, tu comes e eu falo. - negociou ele comigo
Eu peguei noutra garfada com strogonoff de cogumelos e levei-a à boca, mastigando com pressa.
-É mais difícil do que o normal, localizar-te. Normalmente, consigo encontrar uma pessoa com muita facilidade quando ja auscultei a sua mente antes. Andei a vigiar a Jessica e, a principio, nao reparei que tinhas partido sozinha. Entao, quando me apercebi de que ja nao estavas com elas, decidi ir à tua procura à livraria que vi na cabeça dela. Percebi que nao tinhas entrado na livraria e que te deslocavas para Sul, logo sabia que irias voltar para trás em breve. Assim, estaria à tua espera. Eu nao tinha motivos para estar preocupado... mas estava estranhamente ansioso...
Ele parecia estar perdido nos seus pensamentos.
-O Sol está finalmente a pôr-se e eu estava prestes a sair do carro e a seguir-te a pé. Entao... - ele parou. Esforçando-se por se acalmar.
-Entao o quê? - sussurrei
-Ouvi o que eles estavam a pensar. Vi a tua cara na mente dele. Foi muito... difícil para mim... nao imaginas o quanto... simplesmente levar-te dali e mante-los... vivos. - a sua voz era abafada pelo seu braço - Eu podia ter-te deixado ir com a Jéssica e com a Angela, mas eu receava que, se me deixasses sozinho, eu fosse atras deles. - confessou ele num sussurro - Estas pronta para ir para casa? - perguntou-me ele
-Estou pronta para me ir embora. - reformulei
A empregada de mesa apareceu como se tivesse sido chamada ou como se nos estivesse a observar.
-Está tudo bem? - perguntou ela
-Ja pode trazer-nos a conta, obrigado.
A voz dele estava serena, mais ríspida, reflectindo ainda a tensão da nossa conversa. Parece ter perturbado o espirito da empregada. Ele levantou o olhar, esperando.
-C... com certeza. - tartamudeou ela - Aqui tem.
Ele pôs a nota em cima da mesa.
-Nao é necessário dar-me o troco.
-Tenha uma boa noite.
Ele nao desviou o olhar de mim enquanto eu agradecia.
Quando entrámos no carro estava frio, ele ligou o motor e pôs o aquecimento ao máximo. A temperatura baixou significativamente e eu calculei que o bom tempo tinha chegado ai fim. Porém, o seu casaco mantinha-me quente.
O Rafael saiu do parque de estacionamento, avançando por entre o trafego, aparentemente sem um olhar, virando de repente para trás para seguir em direcção à auto-estrada.

-Agora... - disse-me ele de uma forma sugestiva - é a tua vez de fazer perguntas.

Sem comentários:

Enviar um comentário